CM-06. A comunhão com Deus

A comunhão no espírito com o Deus residente

Chegamos à lição final deste curso. E esta é sem dúvida a mais importante de todas, pois tudo o que discutimos até aqui tem relação direta e aponta para o assunto desta lição, que é o fantástico fato da habitação de Deus dentro de cada cristão!

Por isso, foi essencial definir e fazer distinção entre espírito, alma e corpo, pois é no nosso espírito que Deus (que é Espírito) decidiu habitar, e é somente no nosso espírito que temos comunhão com Ele. Também foi importante compreender o que é caráter, e o fato de que Deus quer moldar o nosso caráter para refletir o de Seu Filho Jesus, porque isso ocorre através da operação da cruz em nosso ego (alma), a partir do Espírito de Deus que habita em nós. Foi igualmente importante entender a distinção entre logos e rhema, e saber que a revelação da “rhema” de Deus ocorre no nosso espírito, porque na verdade o que nos capacita para isso é a presença de Deus dentro de nós, sem a qual estaríamos virtualmente “mortos” e incapazes de obter qualquer conhecimento espiritual. Do mesmo modo, foi fundamental aprender os princípios da fé bíblica, pois sua aplicação será de grande ajuda para que possamos viver a realidade da habitação de Deus dentro de nós. E, finalmente, também foi importante conhecer as chaves da autoridade espiritual, porque o que nos habilita a exercer tal autoridade é saber que Deus, realmente, habita em você!

Tudo gira em torno de Jesus: fomos gerados pela sua Palavra; fomos escolhidos nele antes mesmo da fundação do mundo; fomos perdoados, reconciliados com Deus, justificados e comprados pelo sangue da sua cruz. Sabemos que ele voltará para nós, e que nossos olhos o contemplarão um dia, e que com ele estaremos para sempre. Portanto, a revelação central de todo o evangelho é Cristo.

Mas tal revelação não terá poder verdadeiramente transformador e não redundará em frutos gloriosos se não for completada com outra revelação ainda maior: o “mistério oculto durante séculos e gerações”, mas que agora é desvendado aos que crêem. E esse sublime mistério, essa poderosa revelação, é Cristo dentro de você, amado irmão! (Cl 1.26-27)

A) A importância desta revelação

Da oração de Paulo pela igreja de Éfeso (Ef 3.14-21) podemos ver como é importante conhecer (no espírito)  que Cristo habita em nós. Paulo se coloca de joelhos diante de Deus, pedindo que o Espírito Santo fortaleça o espírito (o “homem interior”) de cada irmão, para que eles tenham plena certeza de fé de que Cristo habita no coração deles (Ef 3.16-17a). Obter a revelação de Cristo em nós é muito importante porque nos habilita para:

1. Crescer no conhecimento do amor de Cristo (Ef 3.17b-19a). Se Deus é amor (1Jo 4.16) e se Ele habita dentro de nós, então também podemos amar como ele ama!

2. Manifestar o poder de Deus que está em nós (Ef 3.19b). Se Jesus ressuscitado é o Senhor Todo-Poderoso (Ap 1.8) e se Ele habita dentro de nós, então também podemos fazer as mesmas obras que ele fez, e ainda maiores, conforme ele prometeu em Jo 14.12!

Mas infelizmente não vemos essas coisas grandiosas  acontecendo em nossa vida, como era “comum” acontecer na igreja do primeiro século. Porque a maioria de nós tem tais coisas apenas como conhecimento intelectual, na mente, e não como revelação no espírito! Temos aprendido (e vivido) um evangelho tímido, tacanho e empobrecido, porque nos falta a revelação de “Cristo em nós”. Por isso, como primeiro passo, voltemo-nos à Palavra de Deus para nos apropriarmos da realidade dessa revelação tão fundamental!

 B) A realidade desta revelação

Deus não pode mentir, e sua Palavra também não. Então, em espírito de oração, comece a por em prática sua fé na infalível Palavra de Deus. Medite nos versículos que vamos ver em seguida, e aplique-os à sua vida.

Em João 3 vemos o encontro de Jesus com Nicodemos, que era um mestre em Israel, educado na lei de Moisés desde sua infância, mas que ainda não tinha seu espírito regenerado (ainda não tinha “nascido de novo”, pela fé em Jesus). Por isso, Nicodemos teve (muita) dificuldade para compreender a verdade espiritual que Jesus lhe dizia: O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do espírito é espírito (Jo 3.6). Jesus estava falando sobre o novo nascimento, a regeneração do nosso espírito pela fé no Filho de Deus, que nos abre as portas para a verdadeira vida, a vida do Reino de Deus. Quando Nicodemos recebeu essa revelação em seu espírito, ele nasceu de novo e se tornou um discípulo de Jesus  (Jo 19.39). Da mesma maneira, um dia você recebeu Cristo em sua vida e nasceu de novo, com um espírito regenerado. Você foi conectado à vida de Deus, pelo seu Espírito. Sua própria estrutura foi transformada: de carnal para espiritual. Em 1Co 6.17 Paulo amplia ainda mais esta revelação: Mas aquele que se une ao Senhor, é um só espírito com Ele. O contexto deste versículo fala da união entre homem e mulher, tornando-se os dois “uma só carne”, isto é, um único ser. Em Ef 5.31-32 Paulo revela que a união matrimonial entre homem e mulher é apenas uma sombra, um eco da unidade entre Cristo (o noivo) e a Igreja (sua noiva). Em outras palavras: ao se converter e nascer de novo, você se uniu, se casou com o Senhor e se tornou um com ele, em seu espírito! Este é um fato consumado: você e os demais irmãos estamos tão unidos ao Senhor quanto o corpo está unido à cabeça!

Um dia Jesus orou por você, assim: Pai, eu oro  também por aqueles que, pela palavra dos meus discípulos, hão de crer em mim (isto é, você!), para que  todos eles sejam um, assim como nós dois somos um. Que eles sejam um em nós! (Jo 17.20-21a). Você crê no poder da oração de Jesus? Você crê que o Pai o atendeu? Se a oração de um justo tem muito poder, imagine a oração de Jesus, nosso Sumo Sacerdote! Se o coração do Pai Celestial se derrete de amor por cada um dos seus pequeninos, imagine quanto mais pelo seu Filho Unigênito! É claro que o Pai já respondeu essa oração de Jesus por você, senão você não estaria lendo esse texto hoje!

Portanto, ao crer em Jesus, você foi definitivamente fundido, marcado e carimbado com o selo da unidade em Cristo: o Espírito Santo depositado dentro de você (Ef 1.13; 1Jo 4.15). Antes, em Jo 14.16-17, Jesus já havia prometido que enviaria o Espírito Santo para habitar em (dentro de) cada um dos seus discípulos, o que tem se cumprido fielmente desde Pentecostes, com a descida do Espírito Santo sobre a Igreja (veja, por exemplo, At 1.4-5 e 2.4).

E não apenas isso: Jesus prometeu que a própria Trindade faria habitação em cada um de nós, individualmente, e em todos nós, como Igreja. Leia Jo 14.20, 23 com atenção e fé. Que coisa fantástica, a promessa de um noivo apaixonado que entregou a própria vida por sua noiva! Ó, que amor extravagante e incompreensível de um Deus que desejou estar tão perto do alvo da sua paixão que decidiu morar dentro de nós, por não encontrar lugar mais íntimo e mais agradável para Ele em todo o Universo!

Essa espantosa habitação divina dentro de vasos de barro imperfeitos marcou profundamente e transformou a vida dos primeiros discípulos. Isso não era para eles um simples conceito teológico; era uma realidade palpável (1Jo 1.1-3), pela qual valia a pena morrer martirizado, se fosse necessário (At 20.24).

Portanto: quando você nasceu de novo, o Deus vivo veio habitar em você, e nunca mais saiu! Isto não fez de você um “deus”, mas um homem restaurado, amalgamado na natureza divina, uma nova criação  refeita à imagem do Filho de Deus; uma nova espécie destinada a manifestar aqui na terra a glória do grande EU SOU, o Altíssimo e Todo-Poderoso ADONAI! Compreender isso é entender a realidade mais profunda e revolucionária da nossa experiência com Deus! A partir de Atos 2, Deus assumiu um novo endereço: VOCÊ! Creia nessa realidade espiritual, com a fé simples e pura de uma criança diante de um Pai que não pode mentir. E comece a agir de acordo com isso!

 C) As consequências práticas desta revelação

Estamos, portanto, diante dessa revelação maravilhosa: temos um Deus residente em nosso espírito! Somos, realmente, santuário de Deus, templo do Espírito Santo! E essa poderosa verdade certamente há de gerar consequências práticas importantes em todos os aspectos da nossa vida.

Em primeiro lugar, nosso relacionamento com Deus é transformado:

a)  Mudamos a imagem e a mentalidade que temos em relação a Deus. Deixaremos de vê-lo como um ser distante, que às vezes até parece esquecer-se  de nós. Ele não será para nós somente um Salvador que teve compaixão das nossas misérias e nos alcançou com sua graça, para um dia nos encontrarmos com ele no céu. Entenderemos que o propósito eterno de Deus vai muito além e é infinitamente mais glorioso do que um “simples” plano de salvação. Ficaremos maravilhados com um Deus cujo fantástico amor e desejo de compartilhar sua própria vida e natureza o levou a criar todo o universo para nele gerar um povo escolhido, vendo em nós e fazendo de nós uma esposa virtuosa para o Filho, uma casa aconchegante para o Pai e uma família santa na qual o seu Espírito tem prazer de viver em comunhão! Então, ao compreendermos isso em nosso espírito, nos sobrevirá um sentimento de profundo arrependimento por muitas vezes tratá-lo com indiferença, por não colocá-lo no centro de tudo o que fazemos, por buscá-lo somente nos momentos de dificuldade e por agradecê-lo somente quando “recebemos uma bênção”.

b)  Passamos a desejar a presença de Deus em todo o tempo. Procuraremos cultivar nosso relacionamento com Ele, investindo tempo em oração e em contato com Sua Palavra. Separaremos momentos de intimidade com Ele, apenas para desfrutar da sua presença e   contemplar sua beleza, adorando-o simplesmente, sem pedir-lhe nada a não ser a graça de conhecê-lo cada vez mais. Com o tempo, desenvolveremos nossa sensibilidade espiritual, e a percepção da Sua presença em nós será imediata. Passaremos, de fato, a adorá-lo em espírito e em verdade, a todo momento. Já não dependeremos de um local específico ou de um momento especial para adorar a Deus e ter comunhão com Ele. Entenderemos que, em qualquer hora e em qualquer lugar, basta voltar-nos para Ele, no nosso espírito, e lá o encontraremos, infalivelmente.

c)  Deixamos de servir a Deus por medo ou por interesse egoísta. A nova consciência do seu amor por nós impedirá que isso ocorra. Todo serviço e toda obra que fizermos será por amor a Ele, e terá verdadeiro valor espiritual diante dele. A partir dele, através dele e para ele serão todas as coisas que fizermos.

Em segundo lugar, nosso nível de maturidade espiritual aumenta muito:

a)  Deixamos de buscar a Deus em outros lugares.  Saberemos que ele não pode estar mais perto de nós do que já está. Não pensaremos mais que Deus habita no prédio da igreja, e que é lá que o encontramos uma vez por semana. Também estaremos livres da idéia de que precisamos de algum “objeto ungido” para que Deus se manifeste a nós.

b)  Deixamos de buscar a Deus através de outras pessoas. Já não seremos bebês espirituais, dependentes de que Deus use alguém “mais santo” ou “mais ungido” para falar conosco.  Isso não significa que não precisamos de líderes e dos demais irmãos, mas que, vivendo em unidade e estando conscientes de nossas falhas e limitações, manifestaremos juntos a presença de Deus em nossas reuniões, edificando-nos uns aos outros.

c)  Deixamos de buscar as coisas do Senhor, e passamos a buscar o Senhor de todas as coisas. Já não nos preocuparemos tanto com coisas que não são centrais para a vida cristã, tais como adquirir mais conhecimento teológico (na mente, o que é diferente de ter mais conhecimento da Palavra, no espírito), consumir-se em ativismo religioso, buscar mais poder de Deus (simplesmente pelo poder de ter poder), preocupar-se com as profecias escatológicas, ou teorias sobre louvor e adoração, receitas para obter prosperidade material e outras “coisas” evangélicas. Em vez disso, a pessoa de Jesus será o eixo central da nossa vida, e estaremos preocupados em conhecer mais este Cristo glorioso e maravilhoso, que nos ama de maneira espantosa e extravagante. E nele encontraremos verdadeiro conhecimento, verdadeiro poder, verdadeira riqueza e verdadeiro amor (pois Ele incorpora tudo isso em si mesmo), e isso nos impulsionará a compartilhar e ministrar a pessoa de Jesus com as pessoas ao nosso redor.

d)  Nosso nível de santidade aumenta muito. Já não pensaremos que algum lugar nos santifica, mas   que nós é que santificamos aonde quer que  colocarmos a planta dos nossos pés. Passaremos a ver-nos como Deus nos vê: luz do mundo, tabernáculos vivos, portadores da sua glória e santidade.

e)  Ser sacerdote, embaixador e ministro do Reino  de Deus deixa de ser uma realidade distante. Compreenderemos que Cristo já chamou e   capacitou cada um de nós para servirmos como parte ativa de seu Corpo aqui na terra. Isso não significa que não devemos desenvolver nossas habilidades e buscar continuamente o crescimento espiritual, mas entender que, quando fomos  inseridos no Corpo de Cristo, Ele mesmo nos recriou com o seu DNA, isto é, com o fundamento e estrutura espiritual que nos permite atuar em Sua plenitude, segundo Sua perfeita, boa e agradável vontade.

Em terceiro lugar, nosso relacionamento com os irmãos é transformado:

a)  Passamos a valorizar, respeitar e amar mais os irmãos. Entenderemos que Deus também habita neles, assim como em nós, e os ama com o mesmo intenso amor que ele tem por nós, não importando as diferenças de costumes e doutrinas das diferentes denominações. Buscaremos proteger e honrar a cada irmão da nossa comunidade, e temeremos criticá-los, julgá-los e tratar-lhes com indiferença ou desprezo. Estaremos atentos e sensíveis a suas necessidades materiais e espirituais, respondendo às mesmas com ações concretas.

b)  Procuramos servir e edificar os irmãos.   Ministraremos a eles com nossos dons, em cada oportunidade. Iremos às reuniões de célula com o ardente desejo de transmitir aos irmãos o que temos vivido com Deus diariamente. Por amor a Deus e aos irmãos, ministraremos de forma autêntica e espontânea com cânticos, salmos, ensino, profecia, revelação, cura e testemunho, segundo a direção que o Espírito Santo dará ao nosso espírito.

c)  Compreendemos que não podemos ser Igreja sozinhos. Entenderemos que sem os demais irmãos jamais estaremos completos, e eles sem nós também não, assim como um membro sozinho não pode ser corpo e um corpo não pode estar completo se lhe faltam membros. Teremos revelação de que a Igreja de Cristo não é um amontoado de salvos; não é um aglomerado de crentes individualistas e egocêntricos, mas um organismo vivo, um Corpo ativo, agindo corporativamente para expressar a multiforme sabedoria e o poder de Deus diante dos homens e das hostes espirituais da maldade.

E em quarto lugar, nosso relacionamento com o mundo é transformado:

a)  Deixamos de ser agentes secretos de Jesus. Não nos envergonharemos do evangelho de Cristo. Não nos deixaremos ser influenciado e corrompidos pelos valores e padrões de comportamento mundano, mas exerceremos a influência do Reino de Deus aqui na terra. Brilharemos como astros em meio a uma geração entenebrecida pelo pecado.

b)  Deixamos de ser ilhas de santidade. Entenderemos que Jesus nos enviou ao mundo,  assim como o Pai o enviou ao mundo (e não à Igreja). Saberemos que cada um de nós tem uma missão específica a cumprir neste mundo; que cada um de nós foi chamado e dotado de talentos  para refletir a glória de Deus em nosso lar, em nosso bairro, em nossa escola, em nosso trabalho e em nossa profissão (e não apenas em meio à   igreja).

c)  Deixamos de ser figueira seca. Não nos conformaremos mais com a passividade e falta de fruto. Seremos tomados de uma santa indignação contra as obras das trevas e o engano de Satanás no mundo. Passaremos a amar o próximo, de verdade, vendo-o com os olhos de Deus. Sentiremos profunda compaixão por sua condição caída. Estaremos sensíveis ao sofrimento das pessoas ao nosso redor, e anunciaremos o Reino de Deus com amor, poder e autoridade.

Querido irmão, provavelmente você ainda não manifesta todas essas características de alguém que foi impactado e transformado por essa revelação gloriosa que vimos discutindo. Talvez você ainda não creia que tais coisas possam ser reais em sua vida. Quem sabe você ainda tem um sentimento de inferioridade ou rejeição que parece dizer-lhe que você jamais será capaz de colocar tudo isso em prática. Mas  permita-me trazer-lhe à lembrança que o seu Senhor e Salvador um dia olhou para pescadores simples, homens que não estavam entre os sábios e entendidos de sua época e disse-lhes “Sigam-me!”. Jesus os chamou porque teve fé neles. Viu o potencial oculto em seu coração humilde; viu além das aparências e além do julgamento humano. Eles simplesmente creram no que Jesus dizia sobre eles, e não na opinião que os poderosos, os sábios e os religiosos tinham sobre eles. Eles tão somente seguiram seu Mestre, seu Rei e Senhor, redirecionando toda sua vida em torno dele. E aquela simples semente de fé foi suficiente para que Jesus implantasse neles Sua mente e soprasse sobre eles Seu Espírito vivificante. O resto da história você já conhece: Jesus transformou a vida daqueles doze homens simples, e a vida deles transformou o mundo! Você também pode fazer o mesmo. Nós também podemos fazer exatamente o mesmo. Basta crer!

A vontade e o chamado de Deus não mudou, pois  “no Pai das luzes não existe mudança e nem sombra de variação”. Jesus, nosso Sumo Sacerdote, intercede no céu por nós junto ao Pai, assim como seu Espírito intercede por nós na terra, com gemidos inexprimíveis, para que nós,  a Igreja do Senhor Jesus, cumpramos o propósito eterno de Deus para nós: que para o Pai sejamos sua casa e família, e para o Filho sejamos seu corpo e esposa!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] Igreja Videira Goiânia, “Curso de Maturidade no Espírito”, Vol. I, 10a. edição; Editora Vinha  (www.igrejavideira.com)

[2] Igreja Videira Goiânia, “Curso de Maturidade no Espírito”, Vol. II, 10a. edição; Editora Vinha  (www.igrejavideira.com)

[3] Pr. Aluizio A. Silva, “Curso de Consolidação”, Editora Videira

[4] Ralph Mahoney, “O Cajado do Pastor”, World MAP (www.world-map.com)

[5] Watchman Nee, “La Liberación del Espíritu”.

[6] Watchman Nee, “O Homem Espiritual”, Vol. 1.

[7] Frank Viola, “From Eternity to Here” (Da Eternidade Até Aqui), Editora David C. Cook, 2009.

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