DC-02. O homem e o pecado

1. O homem: sua criação e queda

O homem não é produto de evolução, segundo o ensino filosófico e pretensamente científico dominante na sociedade, mas sim produto da criação especial de Deus, conforme atestam inúmeras evidências científicas a favor da criação e contra o modelo evolucionista (refs. [1] e [2], por exemplo).

A Bíblia revela que Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança (Gn 1.26-31, 2.7-25), com o objetivo de estar em perfeita comunhão com Ele (At 17.27) e cumprir a Sua vontade (Mq 6.8; Mt 6.33; Jo 14.23). Deus constituiu o homem como um ser trino, composto de corpo, alma e espírito (Gn 2.7; 1 Co 2.11; 1 Ts 5.23; Hb 4.12).

Deus criou o homem com vontade própria para obedecê-Lo (Gn 2.16,17), e em estado original de perfeição física, moral e espiritual (Ec 7.29). Mas o homem cedeu à tentação de Satanás e escolheu duvidar do caráter de Deus, rebelando-se contra a Sua vontade (Gn 3.1-6) e recebendo em conseqüência disso a justa condenação e separação em relação a Deus (Gn 3.16-24; Is 59.2; Rm 6.23).

2. O pecado e a natureza pecaminosa do homem

Pecado é qualquer ato contrário à lei moral estabelecida por Deus, a qual expressa Seu caráter e Sua vontade (1Jo 3.4, 1Jo 5.17). A essência do pecado está no egoísmo, quando a pessoa busca sua auto-gratificação como fim supremo e age em obediência a seus impulsos emotivos e desejos pessoais, sem levar em conta sua consciência e sem considerar a vontade de Deus e o bem-estar do próximo.

O pecado foi introduzido na raça humana por Adão, o primeiro homem, do qual todos herdamos uma natureza moralmente corrupta, propensa ao pecado (Rm 3.23; 5.12). A conseqüência do pecado é a morte física e espiritual (Gn 2.17; 3.19; Is 59.2; Ez 18.4; Rm 6.23; Tg 1.15; Ap 20.11-15). O pecado está arraigado nos desejos humanos (Tg 1.14) e é um poder que escraviza e corrompe quem a ele se entrega (Jo 8.34; Rm 3.9).

O pecado é pessoal; ele é cometido e imputado individualmente (Dt 24.16; Ez 18.4), podendo ser feito de maneira deliberada ou por ignorância (Lv 4.2; 5.17; Lc 12.48; 1 Tm 1.13). O poder do pecado somente pode ser dominado pela fé em Cristo e por sua obra redentora pela humanidade (Rm 5.8-11; Gl 3.13; Ef 4.20-24; 1 Jo 1.9; Ap 1.5).

A possibilidade de pecar continua na vida do cristão, mesmo após sua conversão (1 Pe 2.11; 1 Jo 1.8-10). O cristão deve prevenir-se de pecar, recorrendo à Palavra de Deus (Sl 119.11), à intercessão de Cristo (Jo 17.15; Rm 8.34; Hb 7.25, 9.24) e à presença do Espírito Santo em nós (Jo 7.37-39).

REFERÊNCIAS

[1] Henry M. Morris, editor, e consultores do Institute for Creation Research (EUA, 1974), “O Enigma das Origens – A Resposta”, Editora Origens, Associação Brasileira de Pesquisa da Criação, 1995.

[2] http://www.allaboutcreation.org/portuguese/ scientific-worldviews–por-1274.htm

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